Pular para o conteúdo
Escola Santorini Escola Santorini
ARQUITETURA

Nano Banana Pro na arquitetura: como usar IA em projetos e renders

Escola Santorini 14 min de leitura

Durante muito tempo, usar inteligência artificial em arquitetura significava uma coisa:

digitar um prompt e esperar que aparecesse uma imagem bonita.

O problema é que uma imagem bonita nem sempre serve para um projeto.

Ela pode mudar a fachada.

Inventar uma janela.

Alterar proporções.

Trocar materiais que você não pediu.

Ou simplesmente transformar completamente aquilo que deveria preservar.

Com ferramentas mais recentes de geração e edição de imagens, essa lógica começou a mudar.

Um dos modelos que chamou atenção nesse processo foi o Nano Banana Pro, nome dado pelo Google ao Gemini 3 Pro Image. O modelo foi lançado em novembro de 2025 com foco em geração e edição de imagens de alta qualidade, maior controle criativo, melhor renderização de textos e capacidade de trabalhar com referências visuais.

Para arquitetura e design, isso abre uma possibilidade muito mais interessante do que simplesmente pedir:

“Crie uma casa moderna.”

Agora podemos pensar em IA como uma ferramenta para explorar, editar, apresentar e desenvolver visualmente uma ideia existente.

E é justamente isso que vamos explorar neste artigo.


Veja o Nano Banana Pro aplicado à arquitetura e design

A Escola Santorini preparou uma aula prática mostrando o Google Nano Banana Pro aplicado à arquitetura e ao design. O vídeo apresenta a ferramenta dentro desse contexto profissional.

Google Banana PRO aplicado a Arquitetura e Design

BOTÃO: ASSISTIR À AULA COMPLETA

Para o player do artigo, eu usaria o vídeo desde o início, sem o t=818s, porque esse parâmetro faria o visitante entrar praticamente no final do vídeo.


O que é o Nano Banana Pro?

Nano Banana Pro é o nome utilizado pelo Google para o Gemini 3 Pro Image, um modelo voltado para geração e edição de imagens.

Ele consegue receber:

  • texto;
  • imagens;
  • referências visuais;

e produzir novas imagens ou modificar conteúdos existentes.

O Google posiciona o modelo especialmente para tarefas de maior complexidade, como composições visuais, mockups, gráficos, imagens com textos e edições que exigem maior fidelidade.

Uma capacidade particularmente interessante para arquitetura é trabalhar com imagens de referência.

Segundo o Google, o Nano Banana Pro consegue combinar múltiplos elementos e referências, inclusive usando desenhos ou blueprints como ponto de partida para produzir representações mais realistas.

É aí que a conversa começa a ficar interessante para arquitetos.


Por que isso importa para arquitetura?

Imagine que você já possui:

  • uma imagem do Revit;
  • um print do SketchUp;
  • uma fachada;
  • um modelo ainda sem materiais;
  • uma referência de interiores;
  • um croqui;
  • uma perspectiva simples.

Você não precisa necessariamente pedir para a IA inventar um projeto do zero.

Pode utilizar aquilo que já existe como base visual.

A partir daí, começa a testar possibilidades.

Por exemplo:

“Mantenha a arquitetura exatamente como está e transforme esta imagem em uma visualização fotorrealista.”

Ou:

“Preserve volumetria, aberturas e proporções. Altere apenas os materiais da fachada.”

Esse tipo de uso muda completamente o papel da IA.

Ela deixa de ser apenas uma máquina de gerar conceitos aleatórios.

E passa a funcionar como uma espécie de laboratório visual para o projeto.


1. Transformar uma imagem simples do projeto em uma apresentação mais realista

Essa provavelmente é uma das aplicações mais óbvias.

Você possui um modelo desenvolvido em Revit ou outro software BIM.

A visualização ainda está simples.

Sem iluminação trabalhada.

Sem vegetação.

Sem materiais realistas.

Você pode fornecer essa imagem para uma IA visual e pedir uma interpretação mais próxima de uma fotografia.

Por exemplo:

Prompt:

Transforme esta imagem arquitetônica em uma visualização fotorrealista. Preserve exatamente a volumetria, posição das paredes, cobertura, portas e janelas. Utilize concreto claro, madeira natural e vidro. Adicione paisagismo tropical discreto e iluminação de fim de tarde. Não altere a arquitetura.

Perceba a diferença.

Não estamos dizendo:

“Faça uma casa.”

Estamos dizendo:

“Esta é a casa. Trabalhe a apresentação dela.”

Essa distinção é essencial.


2. Testar materiais sem remodelar o projeto

Imagine que o cliente está em dúvida entre três possibilidades para uma fachada.

Opção A

Concreto aparente + madeira.

Opção B

Pedra natural + tons claros.

Opção C

Revestimento escuro + madeira.

Tradicionalmente, você poderia precisar preparar materiais, ajustar texturas, renderizar novamente e repetir o processo.

Com edição generativa, algumas dessas explorações preliminares podem acontecer muito mais rapidamente.

O próprio Google destaca que seus modelos atuais permitem aplicar textura, cor ou estilo de uma referência sobre outra imagem e realizar alterações por meio de instruções em linguagem natural.

Isso não significa que a imagem final substitui seu render definitivo.

Mas pode acelerar uma etapa muito importante:

tomar decisões.


3. Testar diferentes estilos de interiores

A aplicação para design de interiores é ainda mais direta.

Imagine um mesmo quarto.

Você pode explorar:

  • minimalista;
  • contemporâneo;
  • tropical;
  • industrial;
  • escandinavo;
  • sofisticado;
  • madeira clara;
  • madeira escura;
  • tons neutros;
  • cores mais fortes.

Sem precisar remodelar tudo do zero para cada tentativa.

A lógica pode ser:

mesma arquitetura → diferentes direções visuais.

Isso é especialmente interessante em etapas iniciais.

Porque o objetivo ainda não é entregar uma imagem final.

É descobrir:

qual caminho faz mais sentido?


4. Utilizar imagens de referência de maneira mais inteligente

Aqui existe uma possibilidade muito poderosa.

Você encontra uma referência de materialidade que gosta.

Outra referência de iluminação.

Uma terceira com vegetação interessante.

Em vez de simplesmente descrever tudo por texto, modelos multimodais podem trabalhar com diferentes imagens como referências.

O Nano Banana Pro foi apresentado com capacidade de combinar múltiplos elementos e referências em uma mesma composição; o Google também recomenda especificar no prompt qual função cada imagem deve exercer.

Por exemplo:

Imagem A: seu projeto.

Imagem B: referência de materiais.

Imagem C: referência de paisagismo.

Então você pode explicar:

Use a Imagem A como arquitetura principal.
Use a Imagem B somente como referência de materiais.
Use a Imagem C somente como referência de vegetação.
Não altere a geometria da Imagem A.

Isso é muito mais preciso do que simplesmente pedir:

“Faça parecido com essas imagens.”


5. Transformar um croqui em uma referência visual

Outro uso interessante acontece ainda antes da modelagem detalhada.

Você possui:

  • croqui;
  • desenho;
  • estudo conceitual;
  • diagrama;
  • perspectiva rápida.

A IA pode ajudar a transformar esse material em uma representação visual mais desenvolvida.

O Google cita justamente a possibilidade de partir de sketches e até blueprints para gerar representações de maior fidelidade.

Isso cria uma ponte interessante:

ideia → estudo visual → modelagem → projeto.

Mas existe um cuidado.

A imagem produzida continua sendo uma interpretação.

Ela não deveria ser confundida com uma solução técnica validada.


6. Alterar iluminação e horário do dia

Você possui uma imagem diurna.

Mas quer entender como aquele projeto poderia funcionar:

  • ao entardecer;
  • durante a noite;
  • em um dia nublado;
  • pela manhã;
  • com iluminação interna acesa.

Os modelos atuais do Gemini permitem modificar aspectos como ambiente, iluminação, enquadramento e foco através de edição conversacional.

Isso pode ser especialmente útil para decidir:

qual atmosfera comunica melhor o projeto?

Uma residência pode funcionar melhor visualmente ao entardecer.

Um restaurante talvez ganhe muito com uma cena noturna.

Um espaço corporativo pode precisar de luz natural.

A IA permite testar essas possibilidades antes de investir mais tempo na imagem definitiva.


7. Adicionar elementos de ambientação

Outra tarefa recorrente em visualização arquitetônica é ambientar a cena.

Por exemplo:

  • pessoas;
  • carros;
  • vegetação;
  • mobiliário;
  • objetos decorativos;
  • elementos urbanos.

A IA pode ajudar nessas experimentações.

Mas aqui existe uma regra que eu considero importante:

a ambientação deve valorizar o projeto, não esconder o projeto.

Existe uma tendência de colocar tanta informação em uma imagem que a arquitetura deixa de ser protagonista.

Antes de adicionar qualquer coisa, pergunte:

esse elemento ajuda a entender o espaço?

Se não ajuda, talvez ele nem precise estar ali.


8. Criar imagens para apresentação do projeto

Aqui existe outra possibilidade que vai além do render.

Nano Banana Pro recebeu melhorias específicas para trabalhar com texto legível dentro das imagens e para criar composições como diagramas, pôsteres, mockups e infográficos.

Isso abre espaço para criar materiais como:

  • diagramas conceituais;
  • apresentações;
  • moodboards;
  • estudos de materialidade;
  • capas;
  • painéis;
  • infográficos;
  • peças para redes sociais.

Para arquitetura, isso pode complementar o processo de apresentação.

Você não precisa utilizar IA apenas no render.

Pode utilizar também na maneira como comunica o projeto.


9. Criar diferentes enquadramentos e composições

Às vezes a arquitetura está boa.

O problema é a câmera.

Você tem uma imagem, mas gostaria de testar:

  • enquadramento mais aberto;
  • perspectiva mais baixa;
  • visão mais próxima;
  • proporção vertical;
  • imagem panorâmica.

O Google recomenda que prompts profissionais especifiquem elementos como enquadramento, proporção, câmera e iluminação.

Por exemplo:

Preserve o projeto e a linguagem arquitetônica. Crie uma composição vertical 4:5, câmera ao nível dos olhos, lente arquitetônica ampla sem distorção excessiva e iluminação de golden hour.

Isso começa a parecer muito mais uma direção de fotografia do que um prompt genérico.

E essa é uma boa maneira de pensar.


Um bom prompt de arquitetura precisa ter mais do que “fotorrealista”

Existe um erro comum:

“Transforme em render realista.”

Pode funcionar.

Mas você está deixando praticamente todas as decisões para a IA.

Uma instrução melhor deveria responder algumas perguntas.

O que precisa permanecer?

Arquitetura?

Volumetria?

Portas?

Janelas?

Mobiliário?

O que pode mudar?

Material?

Vegetação?

Iluminação?

Decoração?

Qual é o resultado desejado?

Estudo conceitual?

Render comercial?

Imagem editorial?

Apresentação para cliente?

Qual atmosfera?

Dia?

Noite?

Golden hour?

Nublado?

Qual câmera?

Frontal?

Perspectiva?

Altura dos olhos?

Grande angular?

O próprio guia de prompts do Google recomenda trabalhar com assunto, composição, ação, localização e estilo, adicionando detalhes de câmera, iluminação, proporção e instruções específicas quando o objetivo é alcançar resultados mais profissionais.


Um modelo de prompt para arquitetos

Você pode usar esta estrutura:

[O QUE PRESERVAR] + [O QUE ALTERAR] + [MATERIAIS] + [ILUMINAÇÃO] + [AMBIENTAÇÃO] + [CÂMERA] + [O QUE NÃO ALTERAR]

Por exemplo:

Preserve integralmente a arquitetura, volumetria, cobertura, posição das portas e janelas e proporções da imagem original. Transforme a visualização em um render arquitetônico fotorrealista. Utilize concreto aparente claro, madeira natural e esquadrias pretas. Adicione paisagismo tropical discreto e iluminação de fim de tarde. Câmera ao nível dos olhos, perspectiva arquitetônica natural. Não adicionar novos pavimentos, não modificar aberturas e não alterar a geometria do projeto.

Muito melhor do que:

Faça um render dessa casa.


O problema da IA: ela ainda pode inventar

Esse ponto precisa ficar muito claro.

Uma IA visual pode produzir uma imagem extremamente convincente.

E ainda assim estar errada.

Ela pode:

  • modificar uma janela;
  • alterar espessuras;
  • mudar uma escada;
  • inventar um pilar;
  • remover uma porta;
  • criar uma estrutura impossível;
  • alterar dimensões;
  • mudar mobiliário;
  • adicionar elementos que não existem.

Mesmo o próprio Google reconhece que geração e edição por IA podem exigir refinamento e que resultados relacionados a texto, fatos ou edições complexas nem sempre ficam perfeitos na primeira tentativa.

Por isso:

não utilize uma imagem de IA como fonte técnica do projeto.

O projeto continua no ambiente em que foi desenvolvido e validado.

A IA trabalha sobre sua representação.

Essa diferença é fundamental.


IA substitui Revit, SketchUp ou programas de renderização?

Eu não pensaria dessa forma.

Imagine este fluxo:

Revit
Projeto BIM

Imagem do modelo

Nano Banana Pro
Exploração de materiais, iluminação e atmosfera

Escolha de uma direção

Renderizador / ferramenta de visualização
Produção controlada da imagem definitiva

Nesse cenário, uma ferramenta não substitui necessariamente a outra.

A IA ajuda a tomar decisões antes.

Isso pode ser muito mais interessante do que tentar substituir completamente ferramentas que possuem funções diferentes.

Revit organiza projeto e informação.

Um renderizador controla materiais, iluminação e câmeras de maneira específica.

IA acelera exploração visual.

Cada ferramenta pode ocupar uma parte do processo.


O maior ganho talvez seja não começar tudo novamente

Imagine que você levou horas para chegar a uma imagem.

O cliente diz:

“Gostei, mas queria testar a madeira um pouco mais clara.”

Depois:

“E se colocássemos pedra nessa parte?”

Depois:

“Consegue me mostrar como ficaria à noite?”

O problema não está necessariamente em executar uma dessas alterações.

Está na quantidade de variações.

É justamente nesse tipo de etapa que IA generativa pode ser interessante.

Ela permite explorar opções rapidamente antes que você invista tempo refinando a escolhida.

A lógica muda para:

gerar possibilidades rápido → decidir → desenvolver melhor a escolhida.


Nano Banana Pro ainda existe em 2026?

Sim, mas existe uma atualização importante.

O Nano Banana Pro foi lançado em novembro de 2025 como Gemini 3 Pro Image e continua listado pelo Google como um modelo estável na API.

Em fevereiro de 2026, o Google também lançou o Nano Banana 2, uma geração mais recente voltada a combinar recursos avançados de imagem com maior velocidade. A página atual do Gemini apresenta Nano Banana 2 como o modelo mais recente.

Ao mesmo tempo, o Google informa atualmente que usuários elegíveis dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra ainda podem gerar imagens com o Nano Banana Pro, escolhendo a opção Pro dentro da experiência de criação de imagens.

Então o vídeo continua interessante para entender o salto que o Nano Banana Pro trouxe para edição e geração visual — mesmo com a família Nano Banana continuando a evoluir.


O que isso muda para arquitetos e designers?

Talvez a grande mudança não seja:

“Agora qualquer pessoa consegue criar uma imagem bonita.”

Isso já vinha acontecendo.

A mudança mais relevante é:

está ficando cada vez mais fácil editar uma ideia existente.

Preservar.

Alterar.

Comparar.

Refinar.

Testar.

Esse fluxo é muito mais próximo da realidade de arquitetura.

Porque arquitetura raramente funciona assim:

uma ideia → uma imagem perfeita.

Normalmente funciona assim:

ideia → teste → alteração → comparação → revisão → decisão → desenvolvimento.

IA começa a entrar justamente entre essas etapas.


Quanto melhor seu conhecimento de arquitetura, melhor você consegue usar IA

Existe um paradoxo interessante.

À primeira vista, ferramentas de IA parecem reduzir a necessidade de conhecimento técnico.

Na prática, acontece algo diferente.

Se você entende:

  • materiais;
  • iluminação;
  • composição;
  • paisagismo;
  • interiores;
  • fotografia;
  • construção;
  • proporção;
  • representação;

você consegue orientar a IA melhor.

E também consegue identificar mais rapidamente quando ela entrega alguma coisa errada.

Duas pessoas podem utilizar exatamente a mesma ferramenta.

Uma pede:

“Faça mais bonito.”

Outra percebe:

“A iluminação está muito frontal. Preserve a arquitetura e altere somente a direção da luz, trabalhando uma iluminação lateral de final de tarde com sombras mais longas.”

O software é o mesmo.

O repertório de quem está operando é diferente.


Então vale a pena aprender IA para arquitetura?

Vale entender o que ela consegue fazer.

Principalmente porque a geração visual está evoluindo muito rapidamente.

Mas o objetivo não deveria ser colecionar ferramentas.

Hoje:

Nano Banana.

Amanhã:

outro modelo.

Depois:

outra plataforma.

A habilidade que permanece é saber:

como utilizar inteligência artificial dentro de um processo profissional.

Ou seja:

  • quando usar;
  • por que usar;
  • que referência fornecer;
  • como escrever instruções;
  • como avaliar o resultado;
  • quando descartar;
  • quando voltar para a ferramenta técnica.

Isso é muito mais duradouro do que decorar onde fica um botão.


Veja tudo funcionando na prática

Se você quer entender melhor como esse tipo de IA pode entrar no universo de arquitetura e design, assista à demonstração completa da Escola Santorini.

Google Banana PRO aplicado a Arquitetura e Design

Conteúdo da Escola Santorini.


Perguntas frequentes sobre Nano Banana Pro na arquitetura

O que é Nano Banana Pro?

Nano Banana Pro é o nome do modelo Gemini 3 Pro Image, lançado pelo Google em novembro de 2025 para geração e edição avançada de imagens.

Nano Banana Pro serve para arquitetura?

Ele não é um software BIM ou CAD específico para arquitetura, mas suas capacidades de geração e edição de imagens permitem aplicações úteis em visualização, estudos de materialidade, apresentação e exploração de alternativas visuais.

Nano Banana Pro faz render de arquitetura?

É possível utilizar imagens de um projeto como referência e solicitar representações de aparência fotorrealista. O Google inclusive demonstra capacidades de transformar desenhos e blueprints em representações visuais mais realistas. Isso não transforma a saída em documentação técnica ou substitui a validação do projeto.

Dá para editar um render com Nano Banana?

Sim. O modelo trabalha com edição baseada em imagens e instruções em linguagem natural. É possível solicitar alterações específicas, embora seja necessário conferir se os demais elementos foram preservados corretamente.

Posso testar diferentes materiais?

Sim. Edição e aplicação de características visuais de imagens de referência estão entre as capacidades atuais da geração de imagens do Gemini.

Nano Banana Pro é gratuito?

A disponibilidade depende do produto e do plano. Atualmente, o Google informa acesso ao Nano Banana Pro para usuários elegíveis de planos Google AI Plus, Pro e Ultra, sujeito a limites de uso.

Nano Banana Pro é o modelo mais novo?

Não. Em 2026, o Google passou a apresentar o Nano Banana 2 como sua geração de imagem mais recente. Nano Banana Pro continua disponível em determinados produtos e também permanece listado como modelo estável na API.

IA pode substituir um renderizador?

Depende da finalidade. Para exploração visual, IA pode acelerar bastante o processo. Para controle rigoroso de geometria, materiais, câmera, iluminação e consistência entre várias imagens de um mesmo projeto, ferramentas específicas de modelagem e visualização continuam tendo funções importantes.


A grande mudança não é gerar imagens. É conseguir conversar com elas.

Talvez esse seja o ponto mais interessante.

Antes, alterar uma imagem dependia de comandos.

Camadas.

Máscaras.

Configurações.

Materiais.

Parâmetros.

Agora podemos cada vez mais dizer:

“Mantenha isso.”

“Mude aquilo.”

“Use esta imagem como referência.”

“Teste outra iluminação.”

“Não altere a arquitetura.”

E continuar a conversa até chegar mais perto do resultado desejado.

O Google descreve justamente essa lógica de geração e edição conversacional, na qual o usuário pode continuar solicitando mudanças e refinando a imagem.

Para arquitetura e design, isso pode transformar IA em algo muito mais útil do que um simples gerador de imagens bonitas.

Pode transformá-la em uma ferramenta para explorar decisões antes de gastar tempo executando cada uma delas.

E, para quem trabalha diariamente com projetos, talvez seja aí que esteja o maior potencial.

Veja na prática

Google Banana PRO aplicado a Arquitetura e DesigN

CONTINUE EVOLUINDO

Transforme conhecimento em projetos profissionais.

Aprenda ferramentas utilizadas no mercado e desenvolva novas habilidades com os treinamentos da Escola Santorini.

CONHECER OS TREINAMENTOS
CONTINUE APRENDENDO

Outros conteúdos para a sua evolução.

VER TODOS OS CONTEÚDOS
ARQUITETURA IA vai substituir arquitetos e artistas 3D? Uma opinião sincera 11 min de leitura INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Seedance 2.0 para Arquitetura: como criar vídeos de projetos com IA 16 min de leitura INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Como transformar um print em render realista com IA 12 min de leitura

Preencha o formulário e descubra como

se tornar master

Seus dados estão seguros

 

Preencha o formulário e descubra como

se tornar um expert

Seus dados estão seguros

 

LOGO REVIT DO ZERO AO EXPERT 02

Preencha o formulário e descubra como

se tornar um expert

Seus dados estão seguros

 

LOGO MASTER EM HIDRO (1)

Preencha o formulário e descubra como

se tornar Master.

Seus dados estão seguros